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“La Captive”, de Chantal Akerman. Sendo que és o mais singularíssimo dos filmes de terror, podes também ser, de facto, um dos limites da beleza. Sim, eu já sabia que as pontas se tocam, que o medo pode ser belo e que o belo pode meter medo, mas assim tão, tão…talvez tão…assim nunca tinha vislumbrado.
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